
Casulos que me abrigamEnquanto aguardo a mutaçãoQue das veias vão surgindoComo traços finos da paixãoFerventes óleos me lambuzamPrevendo a transformaçãoRompendo a casca surge tão bela donzelaDe corpo reluzente e refinadoCheirando borboletas azuis tom sobre tomCom mãos macias que acariciam o arE lhe pousam beija-flores no rostoSinfonias ao longe anunciam sua vindaMortais reverenciam sua realezaQue do chão temem...