domingo, 2 de maio de 2010

CONFISSÕES DE UM ANJO DESARMADO

Indefesa e desarmada ficouperante a inconfessável agressão.Abusada infância que a consome.Teve a inocência espiada da janelae apagada pelas escadas que rolou.A culpa que carrega não é sua.Afetada e castrada, ti condena.Maldito que nem sonha o que a tornou.Da infância fez calvário marcadoE a paralisia fez mutilar sua almaUm anjo sem armas e com amarras criadasQue do teu desejo insólito a degolou em silêncioEstrangulando...
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