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quinta-feira, 13 de maio de 2010

ACREDITE SE QUISER!

Dentre essa porrada de e-mails que recebemos diariamente, um em especial me chamou a atenção... e muito. Explico:
Não é só mérito meu, mas trabalhei 30 e tantos anos de minha vida, honestamente. Fiz de tudo um pouco, desde técnico em eletrônica a, finalmente, jornalista. Passei por estágios até chegar a cargos de chefia, o que quero dizer é que fui de módicos salários a pomposas rendas.
E repito, tudo dentro da lei.
Finalmente, há uns meses atrás me aposentei... ebaaaa. Ta brincando né Lídia.. Depois desta vida trabalhada honestamente em várias empresas, ter estudado até o terceiro grau numa universidade particular (caríssima), aberto uma empresa que vingou por quase 13 anos, onde meus cabelinhos brancos pularam como se fossem pipoca (pinto-os, não sou maluca né), ter pagado inúmeros e repetidos impostos para sustentar as cuecas dos políticos safados e adquirido estresses que me custam remédios até hoje. Tudo isto, pra viver dentro da lei e dos padrões estabelecidos pela sociedade.
Dito isto, até como um desabafo, depois desta vida de trabalho honesto, me aposentei com a fortuna (morram de inveja) de UM salário mínimo!!!!!!!!
Toda esta explicação é pra mostrar pra vocês o que nosso amado governo concedeu aos presidiários.

Se você resolver virar bandido e for preso:


DESDE 1º/1/2010 O GOVERNO DÁ O
AUXÍLIO RECLUSÃO ???

Ok, NÃO É PEGADINHA NÃO.

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, é de R$798,30 "por filho" para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso.

NÃO ACREDITA?

Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Agora, experimenta estudar e andar na linha pra ver o que é que te acontece!

Pelamordedeus, se por um acaso esta informação estiver errada, por favor, me corrijam (eu adoraria estar errada, neste caso).

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quinta-feira, 18 de março de 2010

AMO A VÍRGULA


'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.

'Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade.. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:

"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença..."





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sexta-feira, 12 de março de 2010

TRANSA GRAMATICAL

Outro daqueles e-mails irresistíveis, vale a pena ler...
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.
Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

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domingo, 21 de fevereiro de 2010

SOBRE A VÍRGULA

Não resisti! Recebi este texto numa dessas dezenas de e-mails que enchem nossa caixa de entrada todo santo dia. Se fosse ler metade, não trabalharia e muito menos cuidaria do Gavetas. Resolvi postá-lo, pois a vírgula é peça fundamental para nós que gostamos de escrever. Pelo amor de Deus, só não vale sair corrigindo as minhas agora tá... kkkk

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.

Não, espere.

Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.

23,4.

2,34.

Pode criar heróis..

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.

Não queremos saber.

Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.

Não tenha clemência!

Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...

* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...



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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SÃO GOOGLE

É GOLPE! Preciso postar hoje uma informação de utilidade pública.
Além de ser blogueira graças a Deus, tenho uma pequena empresa de cópias... que trabalho nas horas de folga...kkkk
Ontem (27/01) pela manhã, recebi uma ligação de São Paulo onde a moça se identificou como sendo funcionária do 1 º Cartório de Títulos e Protestos dessa cidade.
Identificou-se como Lívia e disse que a minha empresa seria protestada às 11h, em função de quatro títulos pendentes de pagamento de uma outra empresa chamada Central de Publicações e Guias Telefônicos. Socorro!!!
Obviamente, indaguei detalhes sobre o “protesto”. A moça disse não ter conhecimento de maiores informações e que eu deveria ligar para a assessoria jurídica da CPG. Liguei.
Falei com a Dra. Maristela que informou ser verídico o protesto e me passou o telefone da empresa que protestava a minha. Lá fui eu ligar para a bendita e fui informada haver assinado um contrato em 2007 contratando a figuração no guia telefônico até, pasmem, 2020!!!!
Solicitei a todos os envolvidos o tal contrato assinado por mim e que segundo eles já estava até autenticado em um cartório da minha cidade. Disseram que eu só poderia ver tal objeto mediante pagamento de no mínimo uma fatura de R$ 345,00, mais despesas de cartório no valor de R$ 195,00. O total da divida era de R$ 1.380,00!!
Depois de vários e intermináveis telefonemas para São Paulo, entre cartório, a empresa de listas e assessoria jurídica, sem respostas concretas e sem poder visualizar nenhum documento por mim assinado, iniciei uma busca pelo Santo Google. Para minha surpresa, descobri um blog em que a última postagem é sobre o golpe do qual estou aqui relatando. E mais, com 637 comentários de pessoas que caíram na falcatrua ou que foram, assim como eu, abordadas pela quadrilha. Porque só pode ser uma quadrilha né...
Enquanto obtinha mais informações, mais desconfiada ficava da suposta divida. Foi fatal quando disseram que eu teria que ir a São Paulo no caso de a minha ser realmente protestada, isto não existe. Me atirei no Google... e me salvei.
Link do Danixxx's World: http://danixxxworld.wordpress.com

Fiquem atentos aos números telefônicos abaixo, são os meliantes:
Cartório: (011) 6458-6642 e 8752-1463 - Lívia
Assessoria Jurídica: (011) 6458-3705 - Dra. Maristela
Central de Publicações: (011) 6458-3705 - Andressa
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