sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
DEVOLVA-ME (Busquei de volta, é meu...)
Tudo que é meu...O coração.
A paixão...
Trato de abafar.
A dor...
Trato de gritar.
A saudade dói pensar
Teu cheiro é a minha cama
A boca, beijo no sonho
Teu corpo impregnou no meu
Me quero de volta
Me devolva
Uma lágrima descontrolada me trai
Quando forte me digo que estou
Treme o corpo com a lembrança
Dos lençóis enroscados em nós
Pensar em ti alivia o tormento
Ao mesmo tempo em que fujo de ti
Prefiro que voes pra longe
Do que ter tua metade
Ah... mas dói nem te ter um pedaço
Tu tens um meu...
Descompassado coração
Que nas tuas mãos pousou e quebrou.
sábado, 19 de dezembro de 2009
QUANDO OS BÚTIAS CAEM DO BOLSO
Sempre caem, mais cedo ou mais tarde eles caem. Seja qual forma for, acontece com todos nós. Surpreende, assusta, decepciona e nos faz chorar... e muito. A gente vai vendo que as frutinhas amarelinhas começam a escorregar pelo nosso bolso, mas não quer acreditar. Pessoa otimista eu. Confesso, não foi e acho que não será a última vez.Confesso, também, acreditei ser amor. Viu só, sempre o coração ta carregando butiás. É este que to falando aí embaixo, o vagabundo e leviano que se solta no ar. Creiam, tombaram ele.
Voltando aos bolsos, acho que por minha culpa, minha máxima culpa, encho as mãos com as frutinhas e as deposito lá.
Já me caíram por vários e eternos motivos. Amigos (as) que sem aviso prévio, sumiram – admito, deixando um enorme vazio doído – e amores que simplesmente “desamaram”. Alguns até acho que foram abduzidos, prefiro enganar meu coração a enfrentar esta idéia, dói menos.
Tenho um defeito, entre tantos outros, acredito, confio, me atiro de cabeça, amo e “ploft” – de novo estatelada na calçada. Já falei que meu coração é vagabundo né??!!
Como uma criança, se delícia com a possibilidade da entrega verdadeira e inocente do amor.
Voltando às frutinhas amarelinhas e aparentemente inocentes, acho que desta vez enchi os dois bolsos. Jogaram-se de lá, sem dó nem piedade. Suicidas! Jorraram frutinhas pra todos os lados. Esmagaram-se ao cair no chão e pés desavisados pisaram nelas. Dá uma tristeza, vontade de dormir e sonhar que os butiás não existem.
Existem sim, e fui eu mesma que os coloquei nos bolsos. Acreditei neles de novo, sei que vou continuar...
Voltando às frutinhas amarelinhas e aparentemente inocentes, acho que desta vez enchi os dois bolsos. Jogaram-se de lá, sem dó nem piedade. Suicidas! Jorraram frutinhas pra todos os lados. Esmagaram-se ao cair no chão e pés desavisados pisaram nelas. Dá uma tristeza, vontade de dormir e sonhar que os butiás não existem.
Existem sim, e fui eu mesma que os coloquei nos bolsos. Acreditei neles de novo, sei que vou continuar...
o coração manda (vide blog).
Creio que algumas pessoas enxergam seus butiás como se fosse seu próprio umbigo.
Creio que algumas pessoas enxergam seus butiás como se fosse seu próprio umbigo.
Respeitem meu butiá, um dia ele pode ser seu!
E como já disse, são muitos os butiás que já me caíram dos bolsos. E, sendo tantos, só me resta recolher um por um do chão, misturar com uma cachaça bem forte, acrescentar açúcar em calda, colocar dentro de uma garrafa hermeticamente fechada, sacudir bem e guardar por tempo indeterminado – fora do alcance das crianças – e um dia qualquer saborear o licor adocicado que fiz dos meus butiás caídos.
E como já disse, são muitos os butiás que já me caíram dos bolsos. E, sendo tantos, só me resta recolher um por um do chão, misturar com uma cachaça bem forte, acrescentar açúcar em calda, colocar dentro de uma garrafa hermeticamente fechada, sacudir bem e guardar por tempo indeterminado – fora do alcance das crianças – e um dia qualquer saborear o licor adocicado que fiz dos meus butiás caídos.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
CORAÇÃO À TOA
Danado coração volúvelVagabundo e vadio
Não o deixe sozinho
Como balão se solta no ar
Voa até não mais alcançar
Como criança quer brincar
Brincalhão, o curioso foge
Quer experiências saborear
Salta muros e janelas
Deseja sempre romancear
Quase ateu se apaixona
E como um santo se redime
À toa coração, pára no peito
Não te joga da janela
Espera, te acalma nela
Pulsante na sua arritmia
Percebe o perigo e encolhe
Escolhe em vão
É caçado como um bicho feroz
Se aninha e dorme
Abre um olho, olha em volta
Se ele percebe a presença
Relaxa e encaixa
Se não, levanta e grita
E atordoado vagueia
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
DESEJO ATENDIDO (Ledo engano..)
Tenho a mania de amar, amo amarSempre procuro alma gêmea
É dela que me alimento, sei que tenho
Numa foto encontrei e guardei
Por muito tempo te esperei
Teu cheiro impregnou no meu
Como se fosse eu mesma
Teu corpo me conduziu as mãos
Mostrando caminhos que já conhecia
Meu beijo te amou como há muito não sabia
Cada pedaço teu encaixou no meu
Juntando peças e colhendo amores
Semeamos vidas diferentes
Para que no encontro das bocas
Falássemos a mesma língua
Tua boca já me pertencia, só você não sabia
Teu corpo relembrei a cada segredo visitado
Teus caminhos furtei e fugi para cada abraço
Aos teus olhos me curvei e me entreguei
Encontrei em você eu perdida
Destinos cruzados para o encontro
Já te sonhei em meus sonhos
Sabia que te reconheceria
Quando tua pele colou na minha
Teu silêncio prenunciou o gozo
Sorrindo com os olhos me suga no beijo
Entendo tua alma como se fosse a minha
Teu silêncio me diz tudo que preciso
Tuas mãos escolhem os caminhos
Como se fossem os teus.
sábado, 14 de novembro de 2009
CAIU A CONEXÃO
Definitivamente, desistoVou sair da vitrine
Não quero mais me apaixonar
Não assim. Quero olho no olho
Toque de mão, de corpo, de alma
Quero beijo na boca, sem emoticons
Vou abrir meu portão e as 200 janelas da minha casa
Deixar entrar amor de verdade, carne. osso e alma
Virtual só tem letras, sem reações reais
Olho os olhos na foto, inertes e estáticos
Terminou o que nem havia começado
Assim como li a entrega li também o desprezo
Como posso mostrar o que sinto
Amores e brigas virtuais não existem
São sonhadas e imaginárias
Não quero mais isso na minha vida
Já sou bem grandinha e vacinada, agora
Revoltada sim, saco cheio também
Caráter foi a herança dos meus pais
Tomo conta só da minha insanidade, de mais ninguém
Há tempos não chorava por alguém
Pena que foi pela pessoa errada
Acreditei que era a certa, ledo engano
Pense o que bem quiser de mim
Já cresci bastante pra saber quem sou
Juro que tentei entender e esperar
Amei cada palavra e desenho que vi
Odiei o final, não era a mesma pessoa que li
Cuidei sim daquele jardim, tu que não viu as flores
Fica bem tá. Conectada nesse teu cantinho de ilusões irreais
Simplesmente vendo a vida passar!
DIFÍCIL ENCONTRAR
Cansei de procurar pessoas ideaisFoda quando te subestimam
Até idealizei que fossem
Culpa só minha, bem feito
Que fazer se a alma procura
Tive um grande amor que se foi
Pessoa linda você, que não quero mais perder
Respeito a opção de me deixar
Difícil não comparar, mas vou encontrar
Convivência assim em anos construímos
Outras pessoas encontrei
Digitando emoções
Não se conhece pela letra
Novas chances não te darei
Culpa minha eu sei
Pessoas não faltaram
Não posso pedir pilares
Leva tempo construí-los
Volto ao começo, tudo de novo
Mas, não brinca comigo
Não sustento amizade assim
Lealdade se conquista
Te faz em outra
Me deixa seguir meu rumo
Porque meu prumo eu mesma faço
Assinar:
Postagens (Atom)